Estimativa de horas nas atividades
A estimativa da atividade responde “quanto tempo este entregável deveria levar?”, não “quanto já apontamos”. Sem ela, o quadro só mostra cards; com ela, o time vê o tamanho do trabalho e o progresso contra o combinado.
No Rabbiit a estimativa soma as subatividades. O card pai mostra o total das filhas (e, se o pai também tiver número próprio, os dois entram na mesma conta). O progresso usa as horas lançadas no pai e nas filhas contra esse total.
Isso evita o hábito de colocar “40 horas” só no título grande e esconder os passos. Cada passo pode ter a própria estimativa; o pai fecha a conta sozinho.
Onde preencher
Lista de atividades com estimativa e horas
- Abra o projeto em Atividades ou no Kanban.
- Abra a atividade (ou a subatividade).
- Preencha a estimativa de horas no planejamento do card.
- Na lista e no quadro, o card pai mostra o total somado.
Quem pode mudar estimativa e prazo depende da permissão Modificar planejamento daquele projeto. Administrador e gerente do projeto sempre podem. O membro só altera se a regra do projeto deixar — veja permissões de atividades.
Como a soma funciona
Atividade aberta com estimativa do pai, das filhas e o total com subtarefas
Cada atividade e cada subatividade pode ter a própria estimativa.
- O total do pai = estimativa do pai + soma das estimativas das filhas.
- Se o pai estiver vazio e as filhas tiverem número, o total do card é a soma das filhas.
- Filha sem estimativa não entra na soma (não “zera” as outras).
- O progresso do pai compara as horas apontadas no pai e nas filhas com esse total.
Na lista e no quadro o resumo mostra só horas e minutos. Não aparece segundo. O progresso continua somando pai e filhas.
Exemplo: o pai “Site do cliente” tem 2 h de coordenação; as filhas têm 8 h de layout e 6 h de conteúdo. O card mostra 16 h. Se o time já lançou 8 h no conjunto, o progresso vai à metade.
No quadro, o mesmo total aparece no card — não só a estimativa digitada no pai.
Como o time usa
Quem quebra o trabalho — estima cada subatividade. O pai deixa de ser um chute único.
Quem coordena — olha o card pai para o tamanho do entregável, sem abrir planilha. Se o total passou do combinado com o cliente, o estouro aparece no card, não no fim do mês.
Quem lança hora — aponta no card em que de fato trabalhou (pai ou filha). A hora da filha conta no progresso do pai.
Estimativa não é orçamento do projeto em dinheiro. Orçamento e valor de cobrança ficam nas configurações financeiras do projeto. Aqui é só hora prevista do card.
Quando estimar no pai, nas filhas ou nos dois
Só nas filhas — o trabalho já está quebrado e cada passo tem dono. O pai vira o somatório. É o caso mais limpo.
Pai e filhas — o pai tem um pedaço que não vira passo (coordenação, buffer). Esse número soma com as filhas; não substitui.
Só no pai — o card ainda não foi quebrado. Serve como teto provisório. Quando nascerem subatividades, distribua a estimativa para o progresso acompanhar o passo, não só o título.
Quando usar
Use quando o cliente ou o gestor pergunta “cabe nesta semana?” e a resposta precisa de hora, não de feeling.
Pode esperar em cards de cinco minutos. Número demais no quadro pequeno vira ruído.
Não use a estimativa da atividade no lugar da tarefa no apontamento. A tarefa classifica a hora; a estimativa dimensiona o card.